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Avaliação isocinética está disponível para qualquer pessoa

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A Avaliação isocinética dos membros inferiores tem sido muito utilizada por atletas de alto rendimento como uma ferramenta preventiva contra lesões.

O exame, que ajuda na correção de desequilíbrios musculares, está disponível no CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia – para todos. Não é, definitivamente, um exame apenas para atletas profissionais. Pelo contrário.

Não são apenas atletas de alto rendimento que devem realizar esse exame. Esportistas em geral ou pessoas que começarão a praticar uma atividade física regular devem realizar o teste para correção de desequilíbrios musculares. A avaliação isocinética está disponível para todos. É importante lembrar que para uma correta e objetiva reabilitação física, pacientes em pós operatório de membros inferiores e mesmo superiores, e pacientes com artrose de joelho, coxo femural, entre outras doenças, devem realizar essa avaliação.

Indicações da Avaliação Isocinética

O ortopedista usa como exemplo a pessoa que pratica corrida de rua regularmente. Trata-se de uma atividade de fácil acesso e simples, é verdade. Mas é sempre importante ter consciência e tomar certos cuidados:

Há uma relação agonista/antagonista do joelho em corredores de rua, e uma alteração pode provocar doenças como tendinite patelar, condromalácia e lesões musculares. O exame torna-se fundamental para evitar esses problemas. Quem joga vôlei ou handball, por exemplo, pode sofrer uma possível entorse de joelho e lesões menisco-ligamentares, tão comuns entre mulheres praticantes desses esportes. O exame é muito importante para prevenir esses problemas a partir do momento que se corrige desequilíbrios musculares.


TOC é utilizada com sucesso nas Olimpíadas de Inverno

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Mais uma vez, a Terapia de Ondas de Choque (TOC) foi utilizada em competições esportivas de alto nível. A Olimpíada Mundial de Inverno, realizada em fevereiro, em Sochi, na Rússia, também ofereceu aos seus atletas de alto rendimento a possibilidade de se tratarem com a TOC, em caso de contusão. A aplicação de TOC pode ser feita até mesmo no dia da competição, pois não é considerada doping. “A TOC, que são na realidade ondas acústicas que ajudam na melhora do processo de inflamação e na regeneração da área lesada, já está sendo utilizada no dia-a-dia de vários clubes, para esportes como futebol, entre outros, principalmente na Europa. A TOC promove um retorno rápido do atleta às suas atividades, não utiliza medicação, não é invasivo e é aplicado no consultório. Nas Olimpíadas, a satisfação foi muito grande porque na maioria das vezes o tratamento apresentou melhora considerável , liberando o atleta para suas atividades”, explica o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e especialista em medicina do esporte, Dr. João Marcelo Amorim.

A TOC já havia sido utilizada nas Olimpíadas de Beijing e Atenas, além dos jogos panamericanos do Rio de Janeiro, também com muito sucesso. Grandes clubes de futebol europeu já contam com a terapia em seus departamentos médicos, utilizando-a com frequência. A TOC é hoje o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fascite plantar e esporão de calcâneo, tendo inclusive aprovação da exigente agência norte-americana FDA – Food Drug Administration. Muito indicado pelos médicos nos Estados Unidos e na Europa, está conquistando seu espaço no Brasil, pela sua eficácia e os ótimos índices de sucesso em todo mundo.

O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – é um dos pioneiros do uso da TOC no Brasil. Seu fisiatra, Antônio D’Almeida, foi um dos apenas cinco médicos brasileiros que foram à Berlim, na Alemanha, para receber a certificação internacional da ATRAD, Associação Internacional de Terapia por Ondas de Choque. Ele também recebeu recentemente novo título, ampliando sua atuação com o TOC: instrutor internacional para médicos de TOC. Ele foi convidado para ser um dos poucos instrutores médicos internacionais de TOC junto a Academia Swiss Dolorclast.

– Além de indicação para casos de tendinites, esporão de calcâneo e bursites, esta técnica também pode ser utilizada nos tratamentos de dor crônica refratária e outros procedimentos, tais como lombalgias crônicas (dor lombar), dor miofascial (dor muscular, sem uma origem definida, de moderada a intensa intensidade álgica) e cervicalgias (dores na região cervical), dentre outras. E os resultados têm sido muito positivos. O tratamento com TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões, de 20 a 30 minutos cada, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia. Não há internação, não é invasivo, tem ótima tolerância e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos – afirma o fisiatra do CREB, Antônio Rodrigues d’Almeida Neto.


Exercício físico em academias: é preciso ter cuidado com possíveis lesões

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As academias de ginástica são vistas, na maioria das vezes, como “templos da saúde” e de fato estimulam muita gente a praticar o exercício físico regular.

É preciso, no entanto, muito cuidado para que, ao contrário de fazer bem para a saúde, a academia não acabe se tornando um convite para problemas graves, como lesões nos joelhos, ombros, lombar etc.
 
“A atividade física é fundamental para todos, não só para aqueles que têm alto índice de massa corporal. Ela é benéfica para as articulações em geral, para a saúde cardiovascular, para o controle da diabetes e até contra a depressão. Realizar atividades físicas é fundamental para a saúde da pessoa. Mas é preciso ter cuidado na opção pelo exercício em academias ou na escolha da prática de um esporte. Uma atividade física pode aumentar o impacto do peso do corpo de três a cinco vezes. É uma carga muito grande, com grandes chances de lesão, como ruptura do tendão, ligamentos e contraturas musculares, entre outros. É preciso, antes de tudo, avaliar essa pessoa. E orientá-la para evitar problemas”, alerta o Médico Ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – e membro da Sociedade Brasileira de Medicina Esportiva, Dr. Rodrigo Kaz.

Lesões nos Exercícios de academia

Muito comuns nas programações das academias, por exemplo, podem trazer vários problemas e, segundo pesquisas, 80% das lesões ocorrem nos membros inferiores, entre os quais pernas (incluindo região tibial), panturrilha e tendão do calcâneo. Muito procurado em academias, o spinning também gera lesões: estudos apontam mais de 50% de relatos de dor em joelhos, causadas principalmente por erro no ajuste da altura do banco da bicicleta. Muitos praticantes desta modalidade de exercício também reclamam de dores nas costas, em virtude do ajuste entre o banco e o guidão. A sobrecarga de peso em aparelhos de musculação também aparece como motivo para inúmeras lesões.

Evite o peso excessivo

O peso excessivo e as séries de exercícios constantes e de impacto trazem problemas para as articulações, principalmente para os joelhos. Essas lesões podem acarretar em outros problemas, em diferentes partes do corpo. Com dor no joelho, a pessoa começa a mancar e, consequentemente, sobrecarrega outras articulações, podendo causar dor na coluna e quadril, por exemplo. As tendinites também são comuns e provocadas por trauma ou por esforço físico e são caracterizadas pelo desgaste dos tendões. O principal sintoma é a dor localizada, principalmente após os exercícios – explica o médico do CREB.
 
Vale lembrar que as academias, em busca das novidades que possam trazer mais alunos, desenvolvem exercícios e atividades físicas inovadoras, com peso, aparelhos, mas a falta de formação especializada na área e até mesmo de estudos científicos que embasem a atividade pode transformá-la numa armadilha e, consequentemente, em lesões. Segundo os especialistas, a principal causa das lesões nos joelhos tem origem na atividade atlética, principalmente com atletas mal condicionados, com preparação deficiente, má coordenação motora e desenvolvimento muscular inadequado.
 
Para o médico Rodrigo Kaz, a atividade física é muito importante para a saúde, mas deve ser feita sob orientação de profissionais e no menor sinal de dor é preciso procurar um especialista. O CREB é uma das poucas clínicas de reabilitação onde o paciente encontra, no mesmo local, fisiatras, ortopedistas, reumatologistas, fisioterapeutas e toda a estrutura para a prática de protocolos de reabilitação, como de hidroterapia, RPG, Pilates,  acupuntura, terapias manuais, TOC ( Terapia por Ondas de Choque), etc, com supervisão de fisiatras.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619